quarta-feira, outubro 15, 2008

Números que arrepiam


O Arcebispo de Avinhão, França, numa carta pastoral apontava há tempos números que ninguém desmentiu e que devem acordar os nossos governantes, e todas as pessoas de boa formação:


– Na União Europeia ocorre um aborto provocado, em cada 27 segundos, ou seja, 133 por hora;
– O aborto é a primeira causa de mortalidade na Europa;
– Em cada 30 segundos ocorre um divórcio;
– Em 26 anos, de 1980 a 2006, o número de casamentos diminuiu quase um milhão;
– 1.766.733 crianças nasceram fora do casamento, ou seja, 33 por cento (um terço) das poucas crianças nascidas;
– Na União Europeia 80 por cento do crescimento demográfico é devido à imigração;
– A taxa de fecundidade média da União Europeia é de 1,56, quando o mínimo necessário para substituir gerações é de 2,1. E ainda assim, graças aos imigrantes.
– Um lar em cada quatro é constituído só por uma pessoa, na União Europeia.

E continuam os nossos governantes a apoiar o divórcio e o aborto!...

5 comentários:

Contra a corrente disse...

Que contas vai dar a Deus esta gente?...
Voltámos aos tempos pré-cristãos.

otilia disse...

Vejam o mundo que os políticos nos estão a criar.
Voltamos à civilização pré-cristã...

Adolfina disse...

Uma vergonha mesmo as leis que ultimamente estão a aparecer no nosso mundo!!!

Fa menor disse...

Realmente! Não sei que mentalidades são estas! Que cultura de morte se cultiva quando deveria ser a VIDA a mover o mundo!
Acho que habitamos um reino de mortos-vivos...

Moisés disse...

Estes números que você deu sobre a União Européia também dizem respeito a meu país, o Brasil. O Brasil vive hoje um momento de transição rumo a esa situação negra que você descreveu. Os institutos de estatística prevêm que a partir de 2030 nossa população vai parar de crescer. A imprensa comemorou isso como se fosse um grande feito, uma espécie de pré-requisito para que o Brasil figurassem entre os países desenvolvidos. Hoje a maioria dos casais têm um ou dois filhos, no máximo. O crescimento do número de casais sem filhos é visto como uma "libertação". Além disso, a campanha a favor da liberação do aborto (que, exceto em alguns casos, ainda é proibido no país) é feroz e conta com o apoio do governo. O Brasil vive hoje um momento muito difícil: o de vislumbrar o abismo, mas, mesmo assim, caminhar velozmente em sua direção.

Que Deus nos perdoe.