domingo, junho 19, 2005

Até em Taiwn

Esta internet é o máximo

Vejo que este Blog já chegou à Índia e até à China. Sempre gostava de saber se é algum português dessas bandas que cá veio parar. Seja quem for, receba um forte abraço. Aguardo contacto.Este é um meio de comunicação maravilhoso.
M. V. P.

segunda-feira, junho 13, 2005

A S. António

Como fostes grande, amigo!

Viveste só 36 anos e marcaste indelevelmente a tua passagem pelo mundo.Viveste e escreveste:«Deus nada mais busca e nada mais aprecia no ser humano do que um coração em que esteja a lei do amor»E a tua vida foi doação a Deus e ao próximo.Grande exemplo para mim e tantos outros!...

domingo, junho 12, 2005

As utopias

Vasco e Cunhal


Não tenho nada contra as utopias. A não ser que elas se virem contra a humanidade!Morreram duas pessoas que sonharam um mundo diferente. Até aqui tudo bem. Todos têm o direito de sonhar.Felizmente o povo português não lhes deixou concretizar o sonho. Se não, éramos capazes de ter muitos "gulags" e sangue derramado. Como na União Soviética e na China. Portugal acordou a tempo. Ainda bem.Isto não quer dizer que os comunistas não sejam úteis numa democracia. Aí todos têm um papel a desempenhar.E Cunhal, dum modo especial, contrabalançou o capitalismo que foi e é uma ameaça aos direitos dos pequenos. Teve um papel especial neste aspecto, se não ainda estaríamos pior.Por isso acho bem que haja um dia de luto nacional. Ele mereceu-o pela sua coragem e verticalidade!

quinta-feira, junho 09, 2005

Males que vêm por bem

Igreja sul-americana é apreciada
Acabo de ler que um estudo realizado pela instituição chilena "Latinobarómetro" revelou que a Igreja Católica continua sendo, para 75% dos latino-americanos, a instituição mais confiável e respeitada, acima de políticos, jornalistas, empresários, policiais e membros do poder Judiciário. Em nove anos, aumentou a percentagem de pessoas que confiam na Igreja Católica. Cresceu de 67 para 75%.Todos sabemos que o continente sul americano tem sido assediado por numerosas seitas religiosas que conseguiram nos primeiros tempos uma mudança de muita gente dita católica para as suas fileiras. Isso assustou os responsáveis mas também teve um efeito benéfico pois obrigou a uma consciência maior do que é ser católico. E os resultados estão agora a ser evidentes.Nunca se estudou tanto a Bíblia e se deu tão grande importância à formação religiosa. Até eu mesmo o sinto através da página de www.ansiao.net/index1.html . As secções de Doutrina e Bíblia são muito procuradas no Brasil, a ponto da percentagem de brasileiros que abrem o Site estar sempre a aumentar, desde que elas ali foram postas.

quarta-feira, junho 08, 2005

Crucifixos

Preocupação da ministra


Segundo lemos, a ministra da educação está preocupada com os crucifixos que ainda continuam pendurados em algumas salas de aula. Isto porque apareceu há tempos uma associação que reclama contra estes sinais de cristianismo em edifícios públicos.Ninguém discute a legitimidade desta associação ou de outra qualquer reclamar contra o que quer que seja. Mas já podemos discutir se é lícito um ministério fazer-lhe a vontade contra o sentir da maioria. Até porque se assim for, o governo tem toda a legitimidade de proibir os funerais e as procissões que levem objectos religiosos. E parece que ninguém tem essa coragem laicista.Por mais que alguns se desunhem, um Estado nunca pode ser totalmente 'neutro', como o mostra a manutenção das festas e dos feriados e até as concepções de fundo que presidem ao estabelecimento do justo e do injusto, do permitido e do interdito. Nisto como noutras coisas tem de se ter em conta o sentir das maiorias, que toda a democracia tem de respeitar, embora sem ofender as minorias.O caso das profanações do Alcorão na prisão de Guantánamo, por parte dos americanos tem sido criticada por muito boa gente – mesmo sem religião. E isto porque não se pode tolerar a ofensa aos símbolos religiosos de ninguém. Há que respeitar os sentimentos de cada qual. Por isso, parece-nos que o que foi feito em França sobre os sinais religiosos – véus muçulmanos, cruzes e símbolos judaicos ou doutras religiões – vai contra os direitos da pessoa humana: todos têm direito a manifestar a sua religião mesmo por via de símbolos.Se o Ministério da Educação quiser seguir os ditames da associação referida tem de permitir o ensino particular com as mesmas regalias e ajudas do oficial. Para dar a todos os pais o direito de transmitir a seus filhos a educação que desejarem!Que não seja a imagem de Cristo crucificado a andar agora em bolandas. Ela representa o mais significativo gesto de amor da humanidade. E faz parte da nossa cultura e da nossa história. Doutro modo tem de se substituir a nossa bandeira nacional que tem as chagas de Cristo e de trair a nossa história, a mais antiga da Europa.
M. V. P.

domingo, maio 29, 2005

Os pobres que paguem a crise!...

Mega reforma em SEIS ANOS

O ministro de Estado e das Finanças, Luís Campos e Cunha, acumula com o seu vencimento no Governo uma reforma milionária pelos seis anos que trabalhou no Banco de Portugal, noticiou ontem o ‘Jornal Nacional’ da TVI.14908 EUROSNo total, o responsável pela pasta das Finanças do Executivo liderado por José Sócrates recebe nada menos de 14908 euros por mês, o que perfaz o montante de 2982 contos. Tudo isto sem contar com as ajudas de custo.NÃO ABDICOUQuando em Março último entrou para o Governo de José Sócrates, Luís Campos e Cunha não abdicou da sua reforma. Agora, alega que esta não lhe é paga pela Caixa Geral de Aposentações e acrescenta ser um direito adquirido e legítimo.Mário Fernandes/José Rodrigues in Correio da Manhã

terça-feira, maio 24, 2005

Educação

Violência escolar




Nos últimos anos, o tema da violência tem sido abordado inúmeras vezes pela comunicação social. E todos decerto já falámos contra isso. Acontece que não chega denunciar. É preciso arrepiar caminho na educação dos mais novos.Foi já há perto de 20 anos mas o episódio não me saiu mais da memória. Uma rádio entrevistava crianças vítimas de violência na família. E uma delas responde à pergunta da entrevistadora que, quando fosse grande, queria ter uma mulher e filhos como o pai.– Para quê? – indaga a jornalista.– Para lhes bater à vontade.As palavras da criança chocaram-me imenso. E lembro-me delas quando leio alguma coisa a respeito de violência de ou com crianças.O título dum jornal diário de há dias era o seguinte:«Violência à solta nas aulas. Vítimas aos 11 anos, agressores aos 13 e armados aos 15»Segundo dados da PSP, através do programa Escola Segura, nos últimos dois anos as agressões aumentaram 5,2%. É o segundo crime mais importante, a seguir aos furtos. As agressões registam-se geralmente entre os próprios alunos e raramente entre aluno e professor.As escolas mais problemáticas são as da periferia das cidades, onde os alunos são oriundos de ambientes sócio-económicos mais desfavorecidos. As vítimas e agressores são predominantemente crianças de extractos sociais pobres e de famílias desestruturadas ou onde não há ambiente de amor. A exemplo da criança que referi.Também aqui se vê que onde não há famílias com bom ambiente isso se reflecte na própria escola. Não entendo, pois, que se possa considerar a família como algo reaccionário e ultrapassado, como fazem alguns intelectuais e «progressistas». «Deus, pátria e família» para estes nunca deveriam existir. Mas quem os poderia substituir?

sexta-feira, maio 20, 2005

A iniciar

Reflexões

Neste blog irei pôr as minhas reflexões (e quem sabe se de outros) sobre o que todos os dias me surpreende neste mundo.